Quando Sócrates te diz “Carpe Diem”, é melhor você fazer!

Para aqueles que chegaram em uma fase da vida onde vocês se sentem um pouco perdidos ou ao menos incertos ou desesperados sobre o futuro, recentemente eu andei fazendo algumas leituras e me deparei com um conceito de um filósofo que fez o maior sentido, e foi muito esclarecedor com respeito à maneira como eu encaro a vida.
Socrates

Sócrates acreditava bastante no racionalismo humano. Ele defendia que todo ser humano quer alcançar prazer e evitar dor em qualquer situação, sendo estes dois sentimentos extremamente subjetivos neste caso e não necessariamente precisam representar o significado literal destas palavras (porque o que pode ser dor para você pode ser prazer para outros). Combinando este conceito com o fato de que humanos são seres racionais, você tem o princípio que nenhuma pessoa em sã consciência escolheria o mal (dor) ao invés do bem (prazer), chegando à conclusão que as pessoas só fazem coisas que prejudicam os outros ou eles mesmos pelo simples fato de não saberem fazer algo melhor ou mais adequado no momento.

Por exemplo, está a junk food: se as pessoas soubessem o quanto comer uma quantidade exagerada de porcarias diariamente é ruim, eles simples e conscientemente não o fariam. Infelizmente, a veracidade deste conceito é um pouco difícil de atestar porque você não pode provar que Sócrates está certo ou errado: enquanto algumas pessoas poderiam dizer “Eu sei que faz mal, mas eu como mesmo assim”, ele certamente responderia “Se você realmente soubesse quão mal, você não comeria”, e nunca saberíamos quem realmente tem razão.
Carpe Diem

Mas essa não é a questão – O que importa realmente é que ele pode estar certo, e isso já te dá uma oportunidade de pensar nos maus hábitos que você tem em sua vida e o que você está disposto a fazer para livrar-se deles. Qualquer um poderia, movido pelo sábio conselho de Sócrates, pesquisar mais sobre as coisas que você faz na vida e aprender o suficiente sobre elas para saber se você deveria ou não fazê-las. Se você pesquisa sobre os conservantes na junk food, quantas toxinas eles apresentam, quanto tempo leva para seu sistema eliminá-las e como elas mudam o seu metabolismo a longo prazo, talvez (e para muitos) o prazer que você sente ao comê-la não vale a dor que estes efeitos vão trazer para o seu futuro.

Mas claro, isto é só um exemplo. Um cheeseburger de vez em quando não vai te matar. Mas leve este conceito em consideração, repense as suas atitudes um pouco mais – pensando nos efeitos que elas causam en nós e nos outros ao nosso redor – e tente usá-lo em seu favor para que sejamos sempre melhores indivíduos. Se você realmente se importa consigo – e Sócrates definitivamente acredita que sim! – deixe esta ideia florescer e te motivar a aprender, crescer e mudar para melhor.

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